sábado, 24 de setembro de 2011

Grupo "SSS" Sangue Suor e Sono

 Grupo "SSS"

Boa tarde Pessoal, esta é uma parte do portifólio da integrante do grupo Simone Gordiano

Estudar sempre esteve em 1º lugar nos meus planos. Ao terminar o ensino médio, tentei ingressar-me no curso de letras pela UFMG, mas passei apenas na 1ª etapa. Resolvi então fazer um curso tecnólogo (Gestão de Recursos Humanos), não porque era exatamente o que gosto, mas porque cabia no meu orçamento e pelo tempo de duração eu teria um retorno financeiro mais rápido.
O curso foi interrompido devidos a problemas pessoais e alguns anos depois, ingressei-me na PUC Minas São Gabriel para cursar psicologia, um sonho desde minha infância, porém anteriormente, tão brilhante e distante do meu universo.
Iniciei o curso no ano de 2010, e desde então ficando fascinada por cada conteúdo apresentado, cada discussão acerca da complexidade que é o ser humano e suas relações sociais, da construção da subjetividade, enfim... das várias concepções de ser humano que vi e ainda vejo dentro de cada linha de abordagem da psicologia. Encanto-me com curso a cada aula que assisto. Os períodos que se iniciam vão ficando cada vez mais específicos e isso me motiva ainda mais a querer que o tempo passe rapidamente ao passo que em outros momentos desejo intensamente que o tempo não passe para que eu consiga realizar os trabalhos, ter tempo para estudar melhor para cada conteúdo, para as provas, para os seminários enfim.
Participei de muitos seminários relacionados a  psicologia social e psicanálise, outras tantas tambem me interessavam muito como por exemplo os seminários de saúde mental, em um seminário de saúde mental eu pude conhecer um pouco melhor o funcionamento do SUS. (Sistema Único de Saúde), o CRAS, NASF, e de como a comunidade ou sociedade podem acessar e o que vão encontrar nesses núcleos assistenciais.
Tenho certeza de que tenho muito a aprender, de que não vai ser fácil, mas não tenho dúvida de que irá valer a pena.  Tenho muitos sonhos e expectativas para o futuro e me sinto motivada a ir em busca de minha realização pessoal e profissional.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

GRUPO DAS DING

PORTIFÓLIO

"Ao me deparar com a proposta da disciplinaGestão e Cuidadode construir um portfólio, me vi surpreendida diante de uma oportunidade, pouco usual e freqüente, de falar do que tenho vivido dentro da graduação: de minhas experiências, olhares, sentimentos recorrentes, práticas, questionamentos, enfim, do que se vive no âmbito acadêmico, mas que, na verdade e conjuntamente, vive-se pessoalmente.
Acredito ser essa uma oportunidade única e desafiadora, prazerosa e dispendiosa ao mesmo tempo, mas que, com muita satisfação, me proponho a realizar.
Pretendo aqui apresentar, resumidamente, meu percurso na formação em Psicologia do campus São Gabriel: desde minha entrada e expectativas, até o momento atual, como aluna do 6º período noturno.
Não sei ao certo qual foi o fator decisivo, pensando em um fato ou aspecto excepcional, que tenha sido o definidor da minha escolha pela Psicologia – penso que se trata de um emaranhado de questões e momentos que foram me fazendo tender para esta área.
Sempre tive olhar voltado para as questões humanas de uma forma geral: os relacionamentos, a aprendizagem, o desenvolvimento, as enfermidades mentais, as relações nas instituições repressivas etc, há muito me atraem e me suscitam o interesse.
...
Comecei então a ler diversos autores em livros e revistas especializadas (os que eu tinha contato na época) e decidi, por volta dos 18 anos, que queria estudar essa ciência que tentaria me dar indícios de como funciona essa “mente humana” ( e todos os demais setores sociais, também humanos) que em mim estava sempre tão inquieta e sedenta de mais explicações, indícios, respostas, apontamentos.

Atualmente me encontro, em geral, satisfeita com minha trajetória no curso. Já consigo pensar em áreas que mais me instigam e em outras que, ao contrário, não me mobilizam tanto. No entanto, também consigo ser aberta o suficiente pra saber ouvir, conhecer e quiçá até apreciar seus pressupostos: acredito que, indubitavelmente, há contribuições em todas as teorias e áreas, isso é indiscutível.
Na área das abordagens clínicas, a que mais me atende, no sentido de aplicabilidade, retorno e experiência pessoal de tratamento é a Comportamental. Penso ser uma teoria de amplo alcance e de efetivos resultados.

Nas áreas em que fiz estágios supervisionados, além da experiência notável de conhecimento e vivências que tive em todas elas, a que mais me tocou, pessoalmente, foi a da saúde mental. A questão da loucura muito me faz pensar e me encaminha pra lugares que, pra mim, são extremamente relevantes e peculiares, que dizem da atuação do psicólogo em ambientes onde não existe, em geral, lugar para a visibilidade do ser humano que ali se encontra, pois não , também, arazão” - elemento necessário para que o sujeito se torne digno de ter voz e de ser ouvido em nossa sociedade.
Não saberia, como já indiquei anteriormente, escolher ainda qual “ênfase” mais me atrai: pretendo fazê-lo, com alguma segurança, no fim deste período e com uma maior clareza em função dos apontamentos e reflexões desta disciplina.
Pra finalizar, gostaria de relatar minha inquietação quanto ao futuro da profissão, da minha carreira especificamente: me assusta um pouco a competitividade e a crescente demanda de especializações exigida pelo mercado – ao mesmo tempo em que, também, passamos a conhecer as inúmeras possibilidades e campos de atuação do psicólogo hoje. Acho extremamente válida, sem dúvida, que haja uma formação sólida, adequada e abrangente o suficiente pra abarcar a infinidade de questões que nos surgem; não obstante, pessoalmente, não me sinto segura ainda em dizer que sou uma profissional da psicologia. O que me falta? Acontece com o tempo? Já tinha eu que ter me “definido”? Como fazer, fielmente, essas tão faladas “escolhas” teórico-metodológicas?
Ainda não me sinto preparada para escolher ou me pensar, de forma prática, inserida nesse meio profissional, nesse mercado. Creio também, ao mesmo tempo, que é parte do caminho o “sentir-me preparada”, percurso este que faço na minha formação no curso como um todo.”

(Parte do portfólio da aluna Laíse, Grupo DAS DING)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Grupo Buscando "A coisa"

            Escolhemos este texto por ele trazer um levantamento sobre problemas relacionados com o sofrimento humano nas organizações que a área de Psicologia do trabalho/organizacional vem tentando minimizar. O texto foi retirado de uma apostila criada pela própria autora, por isso fizemos um pequeno resumo que segue abaixo.
O resumo aborda a visão sob a ótica da segurança do trabalho, sem abandonar a visão psicossocial do tema. A saúde do trabalhador não pode ser vista apenas como um conjunto de manifestações somáticas, em virtude de doenças físicas degenerativas ou acidentais. Existem fatores ainda mais graves, associados à saúde mental, afetada pelos novos ambientes laborais, em virtude de demandas extremamente elevadas de produtividade e da busca por resultados. Entender estes fatores pode ajudar a auxiliar pessoas que, muitas vezes, são consideradas como desajustadas no trabalho, anti-sociais ou mesmo incapazes, evitando que este tipo de rótulo as leve a atitudes extremas, como o suicídio. 

RESUMO

Segundo a psicóloga e professora da UFMG, TÂNIA LÚCIA MORATO FANTINI, em seu texto “PSICOPATOLOGIA DO TRABALHO”, o trabalho é uma das dimensões da existência humana, mas não é toda a vida humana. Todo indivíduo busca se constituir como uma pessoa, ser alguém reconhecido pelo que ele é  e pelo que faz de útil para os outros. Segundo Claude Dubar, a identidade social é construída sobre a afetividade (quem sou) e pela racionalidade instrumental, técnica-profissional (o que faço de útil), que se dá pelo confronto com a escolha de uma especialização e depois com o mercado de trabalho. Atualmente, este confronto é marcado pelo drama social do trabalho em mudança, gerando incerteza entre os jovens, pela alta taxa de desemprego, empregos cada vez mais precários, mudanças tecnológicas, reorganização das empresas, dos governos, dos setores industriais e de serviços. Uma constatação epidemiológica é o crescimento dos transtornos mentais na sociedade atual. Segundo Dejours, este fato passou a ser a principal preocupação para os trabalhadores, especialistas em saúde e em seguridade, europeus e norte-americanos. Os agravamentos do sofrimento psíquico mostram-se em suicídios e tentativas de suicídios, nos próprios locais de trabalho, atingindo pessoal de todos os níveis, em virtude de alta competitividade nos ambientes de trabalho e à desestruturação da solidariedade social. Estes dados mostram que a saúde ocupacional não é apenas uma questão de técnica, de leis ou de conhecimento científico. Ela é um processo de adaptação biológico, psicológico e, sobretudo, social às condições de vida na sociedade e no trabalho, que vai sendo transformado, atingindo grupos e coletividades, submetidos a condições semelhantes. Torna-se necessário considerar a existência concreta dos grupos e dos indivíduos, os aspectos epidemiológicos e sociológicos, que afetam os trabalhadores.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Grupo: Psicologado

Movimento estudantil e a Psicologia


Estamos passando, no campus São Gabriel, por um momento delicado e importante no que diz respeito à participaçao política dos alunos nas questões relativas ao movimento estudantil. Recentemente, este movimento conseguiu o importante feito de dissolução de um DCE há muito corrupto e ineficaz. A mobilização dos estudantes do campus promoveu uma mudança política importante. No que se refere ao ensino e aprendizagem da Psicologia, sabemos que política é um assunto intrínseco à nossa formação. Por isso, trouxemos para reflexão um artigo sobre os impactos dos movimentos estudantis na formação do psicólogo.
Pode-se dizer que a Psicologia é uma ciência que há muito rompeu o vínculo exclusivo com a dominação, tornando-se em certa medida um “campo de batalha”. Gerações de psicologos brasileiros têm se colocado na contracorrente da tendência da dominação e a história da psicologia no país descreve os processos de crises, movimentos e embates.  Entretanto, a formação profissional do estudante repete este processo de lutas, por uma tensão de pensamentos que acabam por se constituir num fogo cruzado de disciplinas e teorias, divididas em conteúdos separados e inseridas na estrutura departamental das universidades. À medida em que avança no curso, cabe ao próprio aluno estabelecer um tipo de visão geral.  (Mortada, 2005)
Neste contexto, os militantes estudantis têm um papel fundamental. São eles que tomam iniciativas para a evolução do ensino superior em psicologia, propondo debates, eventos que discutem temas polemicos desta ciência, lutam por mudanças curriculares e se engajam em questões sociais, que de toda forma permeiam a psicologia.  Em outras palavras, são os críticos de um sistema de ensino baseados em conteúdos, que muitas vezes são distantes da realidade social que o profissional vai encontrar depois de formado; são eles quem lutam por uma universidade mais acessível a populações carentes, dentre outros. 

Referências: MORTADA, Samír Pérez. Formação do Psicólogo: Experiências de
Militantes Estudantis.
Revista Psicologia Ciência e Profissão, 2005, vol. 25(3), p.414-433

domingo, 18 de setembro de 2011

GRUPO DAS DING


A charge nos faz refletir sobre a idealização de muitos estudantes em ser um psicólogo clínico, temos sido incitados a ver outras possibilidades de atuação desse profissional, pois, ficar no consultório esperando o próximo cliente não é exercer nossa profissão. Devemos sair desse âmbito passivo  e ver o  que ocorre fora de nosso consultório e precisamos tomar o cuidado para não sairmos psicologizando  tudo que nos rodeia. Caso contrário, até mesmo um inocente mosquito pode se tornar “vítima” de um diagnóstico engessado.

sábado, 17 de setembro de 2011

GRUPO : CONEXÃO PSI

Que tipo de curso estamos fazendo?

     Será que alguma vez no decorrer da nossa formação acadêmica já paramos para analisar o currículo proposto pelo o nosso curso? Já refletimos se é um bom currículo? Se ele está de acordo com a realidade social em que estamos vivendo?

     O artigo “Considerações sobre elaboração de currículos para formação de psicólogos: a partir de uma perspectiva didática”, do autor Carlos Alberto Dias, da Universidade Vale do Rio Doce - MG, vem trazer uma crítica muito instigante sobre a elaboração dos currículos dos cursos de Psicologia.

     O autor acredita que os currículos que são elaborados nas universidades na maioria das vezes estão fora da realidade sociocultural que estamos inseridos. E que isso pode trazer muitos danos, tanto aos pacientes quanto aos alunos.
     A questão principal que o artigo propõe é: estariam os cursos de formação de psicólogos, devidamente preparados para fornecerem à sua clientela os conhecimentos básicos necessários ao exercício profissional?

     No decorrer do artigo o autor aponta claramente as falhas que ele considera existir na elaboração dos currículos e na formação dos alunos de psicologia.

     Quem tiver interesse em conhecer mais sobre o assunto pode ter acesso ao artigo completo no link:

GRUPO : CONEXÃO PSI

Pessoal ,

Achamos interessante postar  um  breve comentário sobre a série
“ In Treatment” de televisão americana , do canal HBO , inclusive vencedora de muitos prêmios, devido às nossas aulas de psicanálise II, e,  ainda devido à iniciação do contato com o atendimento clínico a partir dos estágios de intervenção.

Essa  série  retrata a atuação de um psicólogo clínico a partir da abordagem psicanalítica, e , podemos identificar uma psicologia “pura”, pois a idéia do diretor é tratar em 30 minutos pontos relevantes de uma psicoterapia. É claro , que reproduzir fielmente a dinâmica de uma sala de análise não é possível , por isso temos que considerar que também há críticas com relação a série, por simplificar demais o trabalho. No entanto, conceitos como transferência, contra -transferência, histeria , narcisismo , projeção, trabalho com sonhos  entre outros conceitos  são explorados nessa série, o que pode facilitar o nosso entendimento da psicanálise Freudiana.

 

Temos cada dia da semana um atendimento clínico de um  paciente distinto, com história bem particular. Além de apresentar o caráter humano do analista, pois  esse também vai  para a análise na sexta-feira, discutir sobre os casos de atendimento e trabalhar as suas próprias questões.

Em resumo , consideramos que a série pode ser muito interessante , por isso , quem interessar poderá baixá-la  pelo link :  


Também poderá ter acesso a uma análise acadêmica da série realizada pelo  autor Leonardo Della Pasqua, que comenta a relação da série e episódios com os conceitos  da psicologia:


Beijos !!!

Boa  série e não esqueçam da pipoca .

GRUPO : CONEXÃO PSI