O artigo mostra com o behaviorismo percebe o fenômenos internos, sonhos. Delimitando assim sua importância para
a disciplina a sua relação com o Inconsciente. O texto é muito interessante apesar de ser chato, ele nos dá noção de como
é feita a Terapia comportamental da analise dos sonhos na clínica . E também a posição de Skinner diante das críticas que
falam que o Behaviorismo Radical nega estes fenômenos, o que não é verdade. Leiam.... voces vão amar... este estimulo discriminante.
Ediel Ramos
referencias;
.http://www.terapiaporcontingencias.com.br/pdf/helio/sonhos.pdf
sábado, 9 de outubro de 2010
Gestão & Cuidado - Noite: Pisconversas "PORQUE EU ODEIO RH"
Gestão & Cuidado - Noite: PORQUE EU ODEIO RH: "O texto é um artigo jornalistico, e relata sobre a questão da Gestão do RH, e o papel que o departamento assume na empresa, o RH deve ter um..."
PORQUE EU ODEIO RH
O texto é um artigo jornalistico, e relata sobre a questão da Gestão do RH, e o papel que o departamento assume na empresa, o RH deve ter uma característica de ser o mentor das ações da empresa e não ficar apenas preocupado com beneficios a serem oferecidos, o texto sugere tercerizar estes serviços como elaboração da folha de pagamento, apuração de pontos e outros. O texto citar o RH como lugar privilégiado dentro da empresa sendo cabeça. E muitos empresários desprezam a função do RH e o não convida para reuniões decisivas. Tudo isto porque o psicológo especializado em RH não gosta de gestão da empresa e não participa . Não se imagina trabalhando com números, planilhas de analise de balanços e mercado econômico. Então o cargo de gerente de RH não atrai profissionais estratégicos, ou seja os melhores profissionais. ficando sempre a desejar e caberá aos futuros psicologos organizacionais mudar esta visão preconceitosa de RH.
referencia;
http:/ www.vocesa.com.br/cultura 2005
referencia;
http:/ www.vocesa.com.br/cultura 2005
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
GRUPO PSICOPENSANDO
Olá, pessoal!
Nós do Grupo Psicopensando, iremos abordar nesta postagem um tema bastante importante debatido durante a “Semana Ciência, Arte & Política” no mês de setembro aqui na PUC do São Gabriel. Foi uma semana bastante enriquecedora para nossa formação, principalmente neste momento tão especial em que somos convidados a refletir sobre os caminhos da Psicologia pelos quais queremos passar... A discussão destes assuntos (arte, ciência e política) que parecem tão distintos, obviamente não é algo que se afasta da Psicologia, uma vez que nossa profissão está inserida de diversas maneiras em todos eles, como estamos aprendendo ao decorrer do curso e com os temas abordados nas postagens do nosso Blog até o momento. Sendo assim, por falar em disciplinas e em Política, recentemente abordamos o tema Políticas de Saúde, na disciplina Psicologia e Políticas Públicas e gostaríamos então de permanecer um pouco mais neste assunto. Falaremos de um artigo da revista Psicologia e Sociedade, da psicóloga (professora, doutora e com pós doutorado) Regina Benevides (UFF - Universidade Federal Fluminense), cujo título é “A PSICOLOGIA E O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: QUAIS INTERFACES?”. O tema vem bem a calhar, pois no artigo a autora fala que poderia abordar sobre a Psicologia e sua história, os diversos campos de atuação, sua localização do campo das Ciências Humanas e não da Saúde e ainda sobre a separação das correntes da Psicologia e entre todas elas com a Psicanálise. Porém, o que chama a atenção da autora é o fato de que tais práticas de atuação voltada para o sujeito como objeto de estudo, se mantém despolitizadas, sendo que este vive em sociedade e a Política não é uma questão social? A autora traz ainda, aspectos muito importantes a serem pensados e discutidos: “Como pensar nas práticas dos psicólogos ainda classificadas em áreas de atuação que se definem pela separação e, muitas vezes, pela desqualificação umas das outras: escolar, comunitária, clínica, do trabalho, judiciária? Como pensar a formação do Psicólogo em tempos de banalização da injustiça social? (Dejours, 1999)4 O que propor como diretrizes para sustentar uma posição ética que não se abstraia de seus compromissos políticos?”. Muito bem, somos chamados à responsabilidade de reconhecer que independentemente do campo que vamos atuar, também somos sujeitos sociais e principalmente, capazes de interferir na relação de outros sujeitos a partir do nosso trabalho. Para isso, precisamos pensar em como fazê-lo e falar um pouco do SUS neste momento, é conscientizar sobre a inseparabilidade entre CUIDAR E GERIR (Gestão e Cuidado), como nos alerta a autora. Portanto, boa leitura e boas reflexões!
Ler o artigo: http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n2/27040.pdf
GRUPO PSICOPENSANDO
Nós do Grupo Psicopensando, iremos abordar nesta postagem um tema bastante importante debatido durante a “Semana Ciência, Arte & Política” no mês de setembro aqui na PUC do São Gabriel. Foi uma semana bastante enriquecedora para nossa formação, principalmente neste momento tão especial em que somos convidados a refletir sobre os caminhos da Psicologia pelos quais queremos passar... A discussão destes assuntos (arte, ciência e política) que parecem tão distintos, obviamente não é algo que se afasta da Psicologia, uma vez que nossa profissão está inserida de diversas maneiras em todos eles, como estamos aprendendo ao decorrer do curso e com os temas abordados nas postagens do nosso Blog até o momento. Sendo assim, por falar em disciplinas e em Política, recentemente abordamos o tema Políticas de Saúde, na disciplina Psicologia e Políticas Públicas e gostaríamos então de permanecer um pouco mais neste assunto. Falaremos de um artigo da revista Psicologia e Sociedade, da psicóloga (professora, doutora e com pós doutorado) Regina Benevides (UFF - Universidade Federal Fluminense), cujo título é “A PSICOLOGIA E O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: QUAIS INTERFACES?”. O tema vem bem a calhar, pois no artigo a autora fala que poderia abordar sobre a Psicologia e sua história, os diversos campos de atuação, sua localização do campo das Ciências Humanas e não da Saúde e ainda sobre a separação das correntes da Psicologia e entre todas elas com a Psicanálise. Porém, o que chama a atenção da autora é o fato de que tais práticas de atuação voltada para o sujeito como objeto de estudo, se mantém despolitizadas, sendo que este vive em sociedade e a Política não é uma questão social? A autora traz ainda, aspectos muito importantes a serem pensados e discutidos: “Como pensar nas práticas dos psicólogos ainda classificadas em áreas de atuação que se definem pela separação e, muitas vezes, pela desqualificação umas das outras: escolar, comunitária, clínica, do trabalho, judiciária? Como pensar a formação do Psicólogo em tempos de banalização da injustiça social? (Dejours, 1999)4 O que propor como diretrizes para sustentar uma posição ética que não se abstraia de seus compromissos políticos?”. Muito bem, somos chamados à responsabilidade de reconhecer que independentemente do campo que vamos atuar, também somos sujeitos sociais e principalmente, capazes de interferir na relação de outros sujeitos a partir do nosso trabalho. Para isso, precisamos pensar em como fazê-lo e falar um pouco do SUS neste momento, é conscientizar sobre a inseparabilidade entre CUIDAR E GERIR (Gestão e Cuidado), como nos alerta a autora. Portanto, boa leitura e boas reflexões!
Ler o artigo: http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n2/27040.pdf
GRUPO PSICOPENSANDO
Grupo Conexão
A Semana de Ciência, Arte & Política realizada nos dias 13 a 17 de setembro na unidade São Gabriel da Puc Minas foi uma semana com muitas propostas para debate de temas contemporâneos com convidados que contrubuiram bastante para a construção do conhecimento.
Dentre tantas propostas de trabalho, foi interessante o workshop ministrado pelo professor Alexandre Kaitel sobre Gestalt Terapia.
Neste Workhop destacou-se a participação de estudantes de outros cursos como administração, direito e sistema de informação. No evento se fez presente uma postura de respeito destes estudantes para com as técnicas apresentadas. Uma vez que é comum em workshops um maior contato com a prática, poderia ocorrer de algum estudante, que não tenha familiaridade com a abordagem e com as teorias que a fundamentam, banalizar os exercícios propostos. Contudo, mesmo os não estudantes de Psicologia mantiveram interesse e participaram ativamente. Progressivamente buscamos apresentar a eficácia do trabalho "psi" e participar os demais profissionais nesta busca é um convite para a construção de conhecimento de forma coletiva. A Semana de Ciência, Arte & Política foi com certeza uma oportunidade para partilharmos informação e edificar juntos nossas descobertas.
Dentre tantas propostas de trabalho, foi interessante o workshop ministrado pelo professor Alexandre Kaitel sobre Gestalt Terapia.
Neste Workhop destacou-se a participação de estudantes de outros cursos como administração, direito e sistema de informação. No evento se fez presente uma postura de respeito destes estudantes para com as técnicas apresentadas. Uma vez que é comum em workshops um maior contato com a prática, poderia ocorrer de algum estudante, que não tenha familiaridade com a abordagem e com as teorias que a fundamentam, banalizar os exercícios propostos. Contudo, mesmo os não estudantes de Psicologia mantiveram interesse e participaram ativamente. Progressivamente buscamos apresentar a eficácia do trabalho "psi" e participar os demais profissionais nesta busca é um convite para a construção de conhecimento de forma coletiva. A Semana de Ciência, Arte & Política foi com certeza uma oportunidade para partilharmos informação e edificar juntos nossas descobertas.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Portifólio - Psicopensando
Reflexões iniciais sobre a minha formação
Apresentação:
Erika, 24 anos, psicóloga em formação.
Atualmente estou no 6º período do curso da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
A escolha do curso foi a partir de um sonho de usar a “farda branca” da PMMG (QOS). Sempre gostei da área da saúde e aos 12 anos falava em ser psicóloga. Depois isso mudou para Fisioterapia e finalizou com a psicologia.
Iniciei no curso de Psicologia no segundo semestre de 2007... E a partir do primeiro período já tinha me apaixonado pelo curso!
No decorrer dos estudos muitas novidades, muitas e muitas leituras... E algumas angústias quanto à minha formação. Afinal, pensava em ser concursada e sabia das dificuldades em ingressar em um concurso público. O mercado de atuação do psicólogo não é tão bem valorizado em termos salariais e isso causava certa “frustração”, mas não tirava a minha paixão.
Cada período é uma “pérola” fascinante pra mim e busco uma formação generalista para focar vários campos de atuação. Acredito que o psicólogo deve ser um profissional informado, atualizado e moderno. Claro que devemos focar na área que mais gostamos inicialmente, mas sempre manter o “leque” de oportunidades abertas.
Algumas matérias me influenciam quanto ao campo de atuação. Gosto muito de testes psicológicos, de aplicar e de corrigi-los. Atualmente, faço estágio na área Organizacional, e isso tem contribuído muito para minha formação e escolha de atuação. Gosto da área de Saúde Mental, da área Educacional... Mas a paixão pela área hospitalar ainda perdura em meu coração...
Enfim, o curso me promove uma boa formação não apenas como mais uma profissional no mercado, mais também faz de mim um ser humano melhor, em constante metamorfose.
Apresentação:
Erika, 24 anos, psicóloga em formação.
Atualmente estou no 6º período do curso da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
A escolha do curso foi a partir de um sonho de usar a “farda branca” da PMMG (QOS). Sempre gostei da área da saúde e aos 12 anos falava em ser psicóloga. Depois isso mudou para Fisioterapia e finalizou com a psicologia.
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Iniciei no curso de Psicologia no segundo semestre de 2007... E a partir do primeiro período já tinha me apaixonado pelo curso!
No decorrer dos estudos muitas novidades, muitas e muitas leituras... E algumas angústias quanto à minha formação. Afinal, pensava em ser concursada e sabia das dificuldades em ingressar em um concurso público. O mercado de atuação do psicólogo não é tão bem valorizado em termos salariais e isso causava certa “frustração”, mas não tirava a minha paixão.
Cada período é uma “pérola” fascinante pra mim e busco uma formação generalista para focar vários campos de atuação. Acredito que o psicólogo deve ser um profissional informado, atualizado e moderno. Claro que devemos focar na área que mais gostamos inicialmente, mas sempre manter o “leque” de oportunidades abertas.
Algumas matérias me influenciam quanto ao campo de atuação. Gosto muito de testes psicológicos, de aplicar e de corrigi-los. Atualmente, faço estágio na área Organizacional, e isso tem contribuído muito para minha formação e escolha de atuação. Gosto da área de Saúde Mental, da área Educacional... Mas a paixão pela área hospitalar ainda perdura em meu coração...
Enfim, o curso me promove uma boa formação não apenas como mais uma profissional no mercado, mais também faz de mim um ser humano melhor, em constante metamorfose.
“Quando se tem convicção de sua orientação, não se adoece, os outros adoecem.” Giovanette
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Grupo ΨPsiConversas
(O texto é longo, mas a história vale a pena! rsrs)
“... Porque se chamava homem,
também se chamavam sonhos,
e sonhos não envelhecem...”
É com estes versos da música Clube da Esquina II, escrita por Milton Nascimento, Lô e Marcio Borges, que me proponho a fazer as reflexões iniciais sobre a minha trajetória acadêmica. O verdadeiro contexto da música escrita nos tempos de ditadura militar no Brasil expressa a manifestação velada da juventude daquela época e seus anseios por liberdade.
Mas para refletir sobre meus passos até aqui, tomo emprestado os versos dos moços das Minas Gerais, para descrever um sonho e um longo caminho para a sua realização, que em muito se assemelha ao caminho que conduz à liberdade.
Não sei nem dizer bem quando aconteceu a escolha pela psicologia. Sei que, recorrendo à velha e boa memória, consegui resgatar fatos desde a minha infância, que acredito terem me conduzido a este caminho antes mesmo que me apropriasse disso. Lembro-me que na saudosa infância era sempre a mediadora dos conflitos que surgiam nos grupos de coleguinhas, buscava sempre uma forma de ouvir as partes e tentar mediar às pequenas brigas que surgiam, e que mesmo sem a necessidade de alguma intervenção, cessavam algumas horas depois.
O fato, é que ao longo da infância e adolescência mantive esse mesmo tipo de comportamento e crescia em mim um desejo de desenvolver isso, sem nem mesmo saber o que era a psicologia e nem cogitar esse nome até então. Claro que este, não foi o ponto principal para a minha escolha, se fosse mesmo só mediar conflitos, talvez hoje estivesse no Direito.
Mas existem outras coisas...
Fui descobrindo ao longo das minhas relações, em família, na escola, com amigos de uma vida toda, que era apaixonada por pessoas e suas histórias. Às vezes passava horas com alguém, em passeios, encontros e até mesmo em festas, ouvindo atentamente a histórias de vida, angústias, lamentações, tentando ajudar de alguma forma e dando minhas opiniões e conselhos que julgava serem o que a pessoa precisava naquele momento.
Acho que a definição pela psicologia surgiu aí, na concepção do senso comum mesmo, de que psicologia era isso, escuta de um problema e um conselho mágico para resolver todas as situações...
Mal sabia eu, onde estes caminhos me levariam.
Mas, o que tudo isso tem a ver com o trecho da música sobre os sonhos não envelhecerem?
Bem, retomemos o caso.
Concluí o meu ensino médio em 2000 e confesso que com muita dificuldade.
Nunca fui exemplo de aluna e de notas boas, sempre me distraía e perdia o interesse facilmente pelas coisas, tive algumas repetências do ensino fundamental ao médio, além de aprontar muito pelos colégios que passei. Mas gostava de desafios. Quando “provocada”, promovia debates interessantes sobre determinados temas e superava os melhores alunos em trabalhos e provas. (Hiperatividade? Talvez. Mas naquela época nem se falava nisso.)
O fato é que nunca fui muito incentivada por minha família e confesso que algumas vezes quando tocava no assunto, cheguei a ser desacreditada.
Até compreendo, analisando que o ensino superior era bem menos acessível que hoje, e era destinado àquelas pessoas que gostavam muito de estudar, o que não era meu caso.
Além disso, existia também a dificuldade financeira citada por muitos em seus portfólios. E comigo não era diferente, sem possibilidade nenhuma de conseguir pagar um curso, o jeito era tentar alternativas para realizar meu sonho, e confesso aqui, um desejo de provar a muitos de que era capaz.
Tomei essa decisão em 2002, e a partir daí, começava uma luta pessoal, estudando em casa, sozinha. Foram três tentativas no vestibular da Federal, três provas do Enem, para conseguir enfim adentrar a faculdade.
Sobre este período de busca, preciso citar aqui três pessoas, três irmãos, que me instigavam a buscar, a não desistir, e alimentavam meus sonhos com seus exemplos de vida e determinação.
A primeira, Malú. Formada em pedagogia, me falava sempre da busca, me incentivava e dizia que eu tinha cara de quem cuidava das pessoas, que deveria fazer um curso nesta área.
Marilane, formada em psicologia, começou seu curso neste período da minha busca, sabia que eu tinha a mesma vontade, e quando ia visitá-los, me enchia os olhos com obras de Freud, textos, dicionários de psicologia e fazia aumentar ainda mais a minha vontade.
Etiene formou-se em Jornalismo. Também ele, começou o curso no período da minha busca, e de certa forma, foi dos três, o que mais me provocou inquietação.
Lembro-me que no início de seu curso, o encontrei certo dia na fila do ônibus, neste dia, me dizendo estar satisfeito com o que fazia, apesar de cansado, me perguntou sobre o que eu estava fazendo.
Ao ouvir minha resposta, de que estava tentando, me olhou bem no fundo dos olhos e disse: “Você está deixando o tempo passar!”
Tenho que dizer que isto me causou uma inquietação, e decidi então me dedicar mais.
Sou eternamente grata aos três pela presença em minha vida.
Para minha alegria, um ano depois desta inquietação estava eu, no primeiro período de psicologia da PUC São Gabriel.
Ao entrar na sala me deparei com uma turma jovem, de faixa etária entre 17 e 23 anos, e entre eles, eu, no auge dos meus 29 anos. Acho que era uma das mais velhas da turma, e como um filme, revi toda minha trajetória ali, naquele primeiro dia de aula. Tentava resgatar o que tinha feito entre os meus 17 e 23 anos, e não senti culpa, pois mesmo não estando na faculdade, nesta fase, tive outras formas de crescimento pessoal e intelectual, mas lembrei-me das palavras de meu amigo Etiene e percebi quanto tempo eu tinha deixado passar.
Mas apesar de tudo, existia um sonho, o meu sonho!
E como os sonhos não envelhecem, o jeito foi adaptar-me, esforçar e resgatar o tempo perdido.
Hoje posso dizer que tudo aconteceu no tempo certo. A maturidade me permite ter outra visão, sobre a vida, sobre as pessoas e sobre a minha formação.
Mas essa é uma história para ser contada em outra página do meu portfólio de muitas histórias, pessoas e canções...
Um abraço a todos.
Clique aqui para letra e música,na interpretação de Flávio Venturini
Texto extraído Portifólio de Daniela Santos
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